Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram.
O amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora que te salvei, escrevestes na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória e do coração; onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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Traumas
ResponderExcluir0 comments Published Sexta-feira, Agosto 07, 2009 by Ever.
Traumas (1971) - Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Intro: Gm Cm D Gm 2x
Cm
Meu pai um dia me falou pra que eu nunca mentisse
D Gm
Mas ele também se esqueceu de me dizer a verdade
Cm
Da realidade do mundo que eu ia saber
D Gm
Dos traumas que a gente só sente depois de crescer
G Cm F Bb
Falou dos anjos que eu conheci no delírio da febre que
Gm
ardia
Cm D Gm
No meu pequeno corpo que sofria sem nada entender
Cm
Minha mulher em certa noite ao ver meu sono estremecido
D Gm
Falou que os pesadelos são algum problema adormecido
Cm
Durante o dia a gente tenta com sorrisos disfarçar
D Gm
Alguma coisa que na alma conseguimos sufocar
G Cm F Bb
Meu pai tentou encher de fantasia e enfeitar as coisas que
Gm
eu via
Cm D Gm
Mas aqueles anjos agora já se foram depois que eu cresci
G Cm F Bb
Da minha infância agora tão distante, aqueles anjos no
Gm
tempo eu perdi
Cm D Gm
Meu pai sentia o que eu sinto agora depois que cresci
Cm
Agora eu sei o que meu pai queria me esconder
D Gm
Às vezes as mentiras também ajudam a viver
Cm
Talvez um dia pro meu filho eu também tenha que mentir
D Gm
Pra enfeitar os caminhos que ele um dia vai seguir
G Cm F Bb
Meu pai tentou encher de fantasia e enfeitar as coisas que
Gm
eu via
Cm D Gm
Mas aqueles anjos agora já se foram depois que eu cresci
G Cm F Bb
Da minha infância agora tão distante, aqueles anjos no
Gm
tempo eu perdi
Cm D Gm
Meu pai sentia o que eu sinto agora depois que cresci
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